Tela de busca com anúncio pago em destaque sobre resultado orgânico

Brand bidding: 5 benefícios e quando parar de anunciar sua marca

Costumo refletir bastante sobre decisões estratégicas em marketing digital, principalmente aquelas que mexem diretamente na performance das marcas que acompanho. E vou ser sincero: brand bidding é sempre um tema que volta à tona entre clientes, analistas e gestores. Mas, afinal, será que vale continuar investindo para anunciar o nome da própria marca? Ou chega um momento de repensar ou até parar?

Neste artigo, vou mostrar o que é brand bidding, detalhar os 5 benefícios mais potentes dessa estratégia e apontar os cenários quando talvez faça sentido dar um passo atrás. Tudo como aprendi e vi na prática, trazendo referências de cases, dados reais e, claro, experiências ligadas à inteligência e automação que só a Seeyu AI é capaz de potencializar de verdade.

O que é brand bidding e por que ainda faz tanto sentido?

Gosto sempre de simplificar: brand bidding significa comprar termos de busca que contêm o nome da sua própria marca em campanhas pagas. É apontar anúncios para quem já está te procurando, seja no Google Search (pesquisa), no Shopping (produtos) ou nos formatos mais inteligentes, como Performance Max.

O objetivo? Pegar usuários com intenções superclaras, já prontos para tomar uma decisão. Isso não é só teoria: ao usar brand bidding, noto um aumento direto na taxa de conversão e na capacidade de personalizar as mensagens. Afinal, se a pessoa já digitou “New Balance tênis feminino”, muito provavelmente ela confia na marca e só precisa de um empurrãozinho, a mensagem certa no momento correto.

Inclusive, vi exemplos como New Balance ou Malin+Goetz, onde campanhas pagas ajudaram não só a captar clientes prontos para comprar, mas também reforçaram diferenciais de marca, promoções sazonais ou até testaram novas formas de se comunicar. Anúncios pagos de marca servem para controlar a mensagem, coisa que os resultados orgânicos nem sempre conseguem fazer.

Onde o brand bidding brilha: 5 benefícios práticos

1. Tráfego realmente qualificado, quase no ponto de compra

Na minha experiência, termos de busca de marca sempre entregam um público muito mais decidido e motivado. Pense bem: se alguém procura “Malin+Goetz hidratante”, está a um clique de comprar. Dá para aproveitar, oferecer condições especiais no anúncio, apresentar diferenciais e captar esse usuário antes que ele vá para um concorrente. Um exemplo prático? Uma vez, ao rodar esse tipo de campanha, vi índices de conversão superando 12%, enquanto palavras-chave genéricas ficavam perto de 1,5%. O motivo é simples: intenção latente.

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Termo digitado com o nome da marca sendo exibido em um anúncio pago Para quem atende e-commerce e varejo, fica ainda mais evidente: brand bidding capta o consumidor que já decidiu. Não é raro ouvir de gestores que esse público é o famoso “dinheiro na mesa”.

E posso dizer: é justamente o tipo de tráfego perfeito para soluções de automação e atendimento como a Seeyu AI, capaz de tratar a intenção rapidamente, redirecionar para produtos exatos ou até fazer recomendações inteligentes. O resultado disso? Conversão acelerada e experiência consistente.

2. Controle total da sua mensagem (e da experiência de marca)

Já vivi situações em que os resultados orgânicos, por melhores que sejam, não resolvem tudo. Às vezes o snippet exibe um texto desatualizado, link para página errada ou apresenta informações confusas. É aí que faz toda diferença investir em anúncios de marca:

  • Personalizar a headline conforme sazonalidade ou campanhas específicas, algo essencial em datas comemorativas ou lançamentos.
  • Veicular ofertas-relâmpago no topo, limitadas ao público de maior intenção.
  • Trazer CTAs personalizados, algo que a HubSpot mostrou em números: calls to action customizados convertem até 202% melhor do que padrões!

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E sempre lembro: o discurso de marca precisa ser protegido e aprimorado em todo ponto de contato, inclusive na busca. Com o brand bidding, testo várias abordagens no texto dos anúncios, seja reforçando sustentabilidade, frete grátis, atendimento exclusivo comparável ao nível de resposta da Seeyu AI, que personaliza cada contato.

3. Direcionamento estratégico para landing pages e funis bem montados

Já escrevi sobre a importância de landing pages otimizadas. Mas vejo marcas cometendo o erro de deixar o usuário cair na home, simplesmente porque o resultado orgânico predomina. Com o brand bidding eu posso escolher onde cada clique vai cair, levando o usuário exato para o produto, coleção ou conteúdo mais indicado.

Dados da HubSpot são diretos: páginas bem construídas geram, em média, 30% mais conversão. E quando combino isso com CTAs personalizadas e automação (um bom robô de atendimento que já sabe do interesse do cliente, como o Seeyu AI faz usando histórico e sentimento do usuário), consigo potencializar ainda mais o desempenho.

  • Landing pages sazonais (Natal, Black Friday, Dia das Mães)
  • Páginas exclusivas para campanhas de remarketing
  • Experiências totalmente personalizadas com integrações (SKU, estoque, promoções segmentadas)

Nesses casos, a integração omnichannel da Seeyu AI entra em cena, garantindo que qualquer dúvida gerada no pós-clique seja rapidamente endereçada, sem interações perdidas, maximizando conversão.

4. Defender sua marca dos concorrentes (e evitar perder tráfego qualificado)

No universo digital, as marcas vivem cercadas de concorrentes com estratégias agressivas. Já vi, por exemplo, situações em que empresas como VWO anunciam diretamente para pessoas que buscam alternativas ao Hotjar, e, de repente, o público da marca original troca de solução por conta de uma mensagem melhor posicionada.

Por isso, uma tática que sempre recomendo é monitorar Auction Insights, pesquisar o próprio nome no Google usando VPN para simular diferentes localizações e identificar concorrentes tentando capturar seu tráfego. Quando flagro esse movimento, oriento reforçar lances e, se possível, buscar acordos de não agressão (embora nem sempre funcione). Ainda assim, é o brand bidding que permite manter o topo da busca sob seu controle.

Anúncio de concorrente aparecendo acima da busca orgânica da marca Muitas vezes, a ausência de brand bidding significa entregar seu lead mais qualificado de bandeja ao concorrente.

E sempre gosto de lembrar do exemplo da Selfridges: quando não há concorrentes anunciando, ou o domínio orgânico é absoluto, o cenário muda. Falarei mais sobre isso daqui a pouco.

5. Melhora significativa nos índices de conversão do todo

Esse é o benefício que faz brilhar os olhos de qualquer gestor de mídia. Campanhas de marca tendem a exibir ROAS (retorno sobre investimento em anúncios) muito superiores às campanhas genéricas. Lembro de um e-commerce em que acompanhei métricas reais: campanha de brand bidding com ROAS 9,8; as genéricas, apenas 2,2. Sendo que, para um negócio saudável, o mínimo de ROAS era 4.

  • Palavras-chave da marca puxam o índice para cima, melhoram o todo da conta e, consequentemente, liberam margem para testar outros públicos ou estratégias
  • O segredo, porém, é não misturar dados de campanhas de busca de marca com os de busca genérica. Isso distorce resultados e pode mascarar problemas em aquisição de novos clientes
  • Sempre crie relatórios separados e seja disciplinado na leitura dos dashboards

Já participei de auditorias em que, misturando os dados, parecia que tudo ia bem. Mas, ao separar, percebi que só as campanhas de brand bidding seguravam os resultados. Ter controle disso é parte fundamental do jogo, principalmente quando você usa inteligência e análise, como na plataforma de dados da Seeyu AI.

Situações em que vale repensar o brand bidding

Apesar de todos esses pontos fortes, admito que há momentos em que manter campanhas desse tipo não parece o melhor movimento. Mas, para ser claro: essas situações são minoria e, na minha visão, representam menos de 10% dos casos, mas é importante conhecer os sinais.

Geralmente, avalio quatro cenários:

  • Não existe concorrente fazendo anúncios para o seu nome (caso clássicos de marcas muito únicas ou nichadas)
  • O espaço orgânico já é totalmente dominado pela marca, com todos os links relevantes aparecendo naturalmente (veja o exemplo da Selfridges, que coloquei antes)
  • O orçamento está muito apertado e o foco principal deve estar em aquisição de novos clientes, aqui, desempenho em campanhas de prospecção deve ser priorizado
  • O objetivo da campanha não está em promover a marca em si, mas sim um produto ou linha específica, como acontece quando o site é um grande varejista com muitas marcas (quem trabalha promovendo “bolsas Gucci” dentro da Selfridges, por exemplo)

Se encontrar algum desses quadros, avalio a possibilidade de diminuir o investimento, em vez de simplesmente zerar a campanha. Isso garante uma presença mínima sem comprometer outros objetivos e, assim que algum concorrente aparecer ou as condições mudarem, basta retomar o brand bidding com força.

É fundamental olhar sempre para os dados. Recomendo pesquisas constantes no Google, analisar Auction Insights, e checar os resultados usando VPNs se quiser simular buscas de outras regiões. Estratégia boa é estratégia feita sob medida, e nunca guiada apenas por achismos ou “modas” de mercado.

E, claro, nunca deixe o brand bidding isolado. Ele é parte de algo maior: precisa estar integrado ao seu funil completo. Combinar campanhas de marca, aquisição, remarketing e atendimento automatizado cria uma jornada redonda, como vejo nos projetos bem-sucedidos em que conectamos a inteligência da Seeyu AI do primeiro clique à pós-venda com engajamento personalizado.

Como mensurar, separar e potencializar resultados

Aprendi, muitas vezes no sufoco, o quão arriscado é mascarar dados de marca e genéricos. Se você olhar só para a média, nunca vai descobrir que talvez está performando mal em aquisição enquanto só se sustenta no público que já conhece sua marca.

  • Crie estruturas separadas de campanhas e grupos de anúncios no Google Ads para cada tipo de palavra-chave (brand vs. genérica)
  • Configure relatórios e dashboards separados (faça disso parte da rotina de análise semanal ou quinzenal)
  • Use tags de acompanhamento (UTMs) distintas para comparar comportamento de quem veio por anúncio de marca ou não

E não caia na armadilha de relaxar só porque a performance de marca está boa. Continue monitorando concorrentes (Auction Insights, menções em redes, alertas de nome) e atualize sempre criativos, landing pages e integrações com seu atendimento automatizado. O case do Beach Park mostra como automação e velocidade no atendimento fazem diferença para grandes volumes de tráfego de marca.

Sempre busque olhar o todo, usando ferramentas de dados, sentiment analysis e personalização. No nosso guia de uso da Seeyu AI mostro como cruzar informações de jornadas, para descobrir não só se o lead converte, mas como evolui em NPS e lealdade. Isso vale ouro em planejamento futuro.

Dashboards separados exibindo métricas de campanhas de marca e genéricas A estratégia personalizada é sempre a melhor rota

Li há pouco tempo uma pesquisa do LinkedIn que achei bem curiosa: 35% dos entrevistados disseram que fazer brand bidding é essencial, mas 54% acham que precisa de contexto. Resumi assim: não existe fórmula mágica, existe estratégia personalizada, feita de acordo com os objetivos do negócio, a análise de concorrência e, claro, a jornada real do cliente.

Cada marca tem seu momento, sua presença orgânica e demanda um equilíbrio entre aquisição, defesa e experiência. O mais relevante está em combinar tecnologia, automação (como a Seeyu AI oferece), análise constante e decisões inteligentes, e não na repetição de modismos. E, claro, é preciso coragem para testar algo novo ou, em certos casos, para reduzir ou desligar uma campanha quando faz sentido.

Recomendo a leitura do case da J. Macedo, que conseguiu resultados expressivos unindo estratégia de mídia, automação de atendimento e análise crítica de resultados.

Conclusão

Em resumo, posso afirmar: brand bidding não deve ser uma decisão automática, mas pensada para acelerar vendas, proteger a marca e garantir o controle do discurso. O resultado é direto, principalmente quando aliado a personalização e integração completa do funil, como a Seeyu AI faz em projetos omnichannel.

E deixo a dica: nunca decida apenas por hábito. Analise o cenário, entenda o contexto da sua marca, monitore concorrência e aproveite todas as vantagens que a tecnologia pode trazer para a sua estratégia digital. Quer saber mais sobre como potencializar cada interação e transformar buscas em oportunidades reais? Acesse nosso blog, leia cases e comece a experimentar a diferença de um atendimento realmente personalizado com a Seeyu AI.

Perguntas frequentes sobre brand bidding

O que é brand bidding?

Brand bidding é a prática de anunciar o nome da própria marca em campanhas de links patrocinados (especialmente nos buscadores), comprando palavras-chave que incluem o termo da marca. O objetivo é atrair pessoas que já estão interessadas na empresa e controlar melhor a mensagem apresentada no momento da decisão de compra.

Como funciona o brand bidding?

Funciona por meio da compra de termos relacionados ao nome da marca (e variações) nas plataformas de mídia paga, como Google Ads. Assim, toda vez que um usuário pesquisa a marca, há um anúncio personalizado no topo, reforçando diferenciais, ofertas e facilitando o direcionamento para páginas estratégicas, o que amplia taxas de conversão e protege o posicionamento da empresa frente a concorrentes.

Vale a pena anunciar minha própria marca?

Quase sempre vale, principalmente para defender sua marca dos concorrentes, captar tráfego pronto para converter e garantir controle do discurso. Em marcas onde a concorrência é forte e há riscos de perder clientes no momento de decisão, a estratégia faz ainda mais sentido. Só em casos muito específicos (sem concorrência, domínio orgânico absoluto, foco total em aquisição de novos clientes ou quando não é o objetivo promover a marca) pode-se pensar em reduzir o investimento.

Quando devo parar de fazer brand bidding?

Deve-se considerar parar ou reduzir o brand bidding quando não há concorrentes anunciando para sua marca, quando o seu site já domina completamente os resultados orgânicos, se o orçamento precisa ser 100% focado em novos clientes, ou quando o objetivo das campanhas não é promover a marca e sim um produto específico de terceiros. Mesmo nesses casos, sugiro sempre reavaliar periodicamente utilizando dados de performance e concorrência.

Quais os principais benefícios do brand bidding?

Os principais benefícios são: captar tráfego altamente qualificado, garantir controle absoluto da mensagem e experiência de marca, direcionar o público para páginas otimizadas, defender o posicionamento diante de concorrentes e melhorar significativamente índices de conversão e o desempenho geral das campanhas.

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