É impossível não reparar como, a cada novo ciclo político, os Estados Unidos buscam reforçar sua posição tecnológica. O lançamento do novo programa “Força Tecnológica dos EUA”, focado em IA, não foge à regra. Analisando a iniciativa de perto, ficou ainda mais claro para mim como a tecnologia, a inovação e o engajamento de talentos jovens tornam-se pilares estratégicos para qualquer nação que queira liderar no cenário global.
O nascimento do programa e sua missão
Recentemente, a administração Trump anunciou o programa “Força Tecnológica dos EUA”, com objetivo bem definido: modernizar sistemas governamentais e garantir que o setor público americano esteja preparado para a corrida mundial em inteligência artificial. O plano chamou atenção desde as etapas iniciais pelo tamanho do seu escopo, e também pelo elenco de parceiros tecnológicos envolvidos. Microsoft, Adobe, Amazon, Meta e xAI já confirmaram presença e suporte direto à iniciativa.
Para mim, é impossível não comparar com o que movimentos internacionais e empresariais alcançaram nessa área nos últimos anos. No Brasil, só para dar um contraste interessante, dados do IBGE mostram que a adoção da IA em indústrias saltou de 16,9% em 2022 para 41,9% em 2024, alcançando praticamente todas as áreas de atuação, desde a administração até o desenvolvimento de projetos e serviços segundo o IBGE.
Como funciona o recrutamento de talentos?
O programa americano abre espaço, inicialmente, para mil profissionais. Os perfis buscados: engenheiros de software, cientistas de dados, gerentes de projeto e especialistas em IA em início de carreira. Todos terão contratos de dois anos para atuar em diferentes agências federais. O processo de seleção traz rigidez e critério técnico. O OPM, Escritório de Gestão de Pessoal, liderado por Scott Kupor, é quem filtra, avalia e direciona os candidatos às entrevistas. Só entra quem realmente tenha capacidade para causar impacto real na administração pública.
Outra novidade que encontrei nas análises sobre o programa: a possibilidade de jovens líderes tirarem licença temporária do setor privado para ingressar nessa força-tarefa digital do governo. Ou seja, profissionais que já estão em grandes empresas tecnológicas passam a contribuir temporariamente com o setor público, trazendo uma bagagem diferenciada pelo tempo que dura o contrato.

Exemplos práticos de atuação dentro do programa
O que sempre busco saber em iniciativas assim é: o que exatamente esses profissionais farão? Não demorou para eu notar que o escopo é bem variado, dependendo da agência e dos desafios definidos pela liderança do órgão.
- Projetos para incorporar IA avançada em drones e sistemas de defesa no Departamento de Defesa, tornando operações mais precisas e seguras.
- Desenvolvimento da plataforma “Trump Accounts” para o IRS (Receita Federal americana), com proposta de modernizar, simplificar e personalizar o acesso a serviços fiscais.
- Uso de inteligência artificial para aprimorar sistemas de análise e inteligência no Departamento de Estado, focando em segurança e diplomacia.
Esses são apenas alguns dos exemplos conhecidos que ilustram a amplitude da proposta. Cada novo integrante recebe um projeto alinhado ao perfil e, ao longo do programa, passam por mentoria, treinamentos e acompanhamento direto de lideranças experientes.

Mentoria, imersão no mercado e parcerias estratégicas
Outro ponto que me chamou a atenção é o programa de mentoria e exposição ao ecossistema mais avançado do Vale do Silício. Durante os dois anos de jornada, os selecionados assistem a palestras exclusivas de CEOs e especialistas, recebem mentorias práticas de 25 empresas parceiras e ao final participam de uma espécie de feira de empregos. Essa feira reúne oportunidades tanto para seguir carreira no governo quanto para migrar de volta ao setor privado, só que agora, com um currículo muito mais valorizado.
Paixão por tecnologia, networking e atualização constante parecem ingredientes recorrentes em histórias de sucesso na área de IA. Aqui no Brasil, vejo como soluções de integração de IA, como o Seeyu AI, destacam o valor da resposta rápida e hiperpersonalizada já desde o atendimento quando discuto automação personalizada versus o atendimento manual. Não é diferente no novo programa dos EUA: a atenção ao detalhe e à personalização será vista em grande escala no setor público.

Valores salariais competitivos e benefícios financeiros
Ao saber quanto pagam para cada fellow, termo usado no programa —, compreendi na hora o motivo do esforço em atrair jovens promissores. Os salários vão de US$ 130.000 a US$ 195.000 anuais, alinhando-se às ofertas do mercado privado, tradicionalmente agressivas nessa faixa de talento. A disputa é grande, e permitir ao governo competir de igual para igual nesse campo financeiro é, na minha visão, vital para sucesso da iniciativa.
Segundo Scott Kupor, os participantes vão lidar com problemas complexos, absorver grande quantidade de conhecimento novo e, se quiserem, ao término do ciclo, podem seguir para o mercado privado em posições ainda melhores do que antes. Essa experiência, atrelada ao acesso a tecnologias de última geração e aos cases reais com impacto federal, cria um enorme potencial de ganhos futuros, financeiros e de carreira.
Como funciona o processo de seleção?
A chamada está aberta desde a última segunda-feira. O OPM recebe as candidaturas, faz uma triagem detalhada, aplica avaliações técnicas criteriosas e só os melhores são indicados para as entrevistas finais. A meta é que quase todos os 1.000 postos estejam preenchidos até o primeiro trimestre de 2026. Confio que este rigor na seleção é parte do segredo do programa.
Esse mesmo tipo de critério, que busca talentos de verdade e desenha uma jornada rica de aprendizado, vejo também em projetos como Seeyu AI. No nosso caso, filtrar especialistas em IA para, por exemplo, automação de atendimento em tempo real e soluções que respondem ao sentimento do cliente é fundamental para manter experiência elevada, seja no contato direto, seja na automação e integração de dados externos.
Pilares políticos: modernização, desburocratização e liderança global
O programa está alinhado aos objetivos mais amplos do governo Trump, que vê a IA como um vetor para modernizar o setor público e garantir competitividade internacional. Desde julho, há um plano de ação para IA em andamento, incluindo diretrizes para reduzir regulações desnecessárias e dar mais flexibilidade à inovação tecnológica no país.
Na minha leitura, a meta não é só interna. É garantir que os EUA sigam à frente da corrida mundial em IA, robótica, automação e transformação do trabalho. Vejo que, nos debates sobre o uso estratégico de dados, como ocorre no Brasil segundo o Ministério da Gestão e da Inovação, a visão é parecida: dados e IA para antecipar problemas e aprimorar políticas públicas.
Fortalecer a liderança global começa com educação contínua e ambientes de prática real.
Desafios enfrentados pelos novos talentos
Ao longo do programa, cada profissional enfrenta um projeto de alto impacto, definido pela liderança da agência federal em que estiver inserido. Isso traz desafios variáveis: pode ser criar automação inteligente para o IRS, usar IA em drones, otimizar a inteligência do Departamento de Estado, desenvolver novos sistemas de segurança e muito mais.
Além disso, mentorias, treinamentos práticos, acesso a bases de dados avançadas e networking intenso fazem parte do cotidiano do participante. O formato, bastante semelhante ao que valorizo em times de inovação como o Seeyu AI, está desenhado para promover aprendizado real, especializado e de valor tanto para a administração quanto para o profissional envolvido.
Impacto além das fronteiras: inspiração e referências para outras nações
Se você pensa que só os EUA estão avançando rápido, vale olhar para outros movimentos globais. No Brasil, o Programa Nacional de Inteligência e Governança Estatística, uma iniciativa do IBGE e Serpro, também aposta em IA e em metodologias preditivas para planejar o futuro do trabalho nos próximos 15 anos conforme relatado pelo IBGE e Serpro.
Muitas experiências do setor público têm trazido ideias também para as empresas. Como acontece em soluções de monitoramento multicanal e automação proativa, onde sistemas como o Seeyu AI se destacam por usar IA personalizada para engajar clientes, resolver dúvidas e gerar insights possíveis apenas pela automação inteligente.
Visão de futuro no uso da IA
O lançamento da “Força Tecnológica dos EUA” marca o início de uma jornada muito mais ampla. Creio que este movimento inspira empresas e governos de todo o mundo a pensarem além, a buscarem integração rápida, soluções seguras e experiências que valorizem o talento e o impacto real.
Cada vez mais, vejo profissionais de diversos setores abandonando abordagens puramente manuais para investir em automações personalizadas e integrações profundas com IA, como ocorre na própria Seeyu AI. Quem não acompanhar, fica para trás quando o assunto é integração de IA com sistemas legados.
Conclusão
A Força Tecnológica dos EUA, tendo Microsoft, Adobe, Amazon, Meta e xAI como parceiros centrais, não é apenas mais um programa de estágio. É um esforço robusto de modernização para manter os EUA como referência global em tecnologia pública. Ao investir pesado em jovens talentos, com salários competitivos, mentoria, exposição ao Vale do Silício e projetos de ponta, o governo americano envia um recado direto a quem pretende inovar em grande escala: talento, ousadia e tecnologia de IA são indispensáveis desde já.
Se você se interessa por experiências que unem automação inteligente, integração de dados externos e respostas personalizadas, eu recomendo: conheça como o Seeyu AI transforma o contato e a experiência do cliente no digital, entregando soluções de IA do início ao fim da jornada.
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Perguntas frequentes sobre o programa de IA dos EUA
O que é o programa de IA dos EUA?
O programa “Força Tecnológica dos EUA” é uma nova iniciativa do governo americano, que busca recrutar mil profissionais de tecnologia, com foco em inteligência artificial, para liderar projetos de modernização no setor público federal. Eles atuam por dois anos em diferentes órgãos e contam com apoio de grandes empresas como Microsoft, Adobe, Amazon, Meta e xAI.
Como participar do novo programa de IA?
A participação começa pelo envio de candidatura diretamente ao OPM (Escritório de Gestão de Pessoal). O processo é seletivo, com avaliações técnicas, entrevistas e apenas os candidatos aprovados são encaminhados para as vagas abertas. O anúncio das inscrições foi feito recentemente, e a previsão é que a maioria das vagas esteja preenchida até o início de 2026.
Qual o objetivo da Força Tecnológica dos EUA?
O objetivo é modernizar o setor público dos EUA por meio da inteligência artificial, trazendo soluções inovadoras, acelerando processos, integrando sistemas e garantindo que o país continue na vanguarda da corrida tecnológica global.
Quais benefícios o programa de IA oferece?
Os participantes têm contratos de dois anos, salários entre US$ 130.000 e US$ 195.000, mentoria com CEOs e especialistas, acesso a grandes empresas parceiras, treinamentos práticos, projetos de alto impacto e uma feira de empregos exclusiva ao final do ciclo, com vagas tanto no governo quanto no setor privado.
O programa de IA é gratuito?
Sim, os candidatos aprovados recebem salário e benefícios durante o período do programa. Não há custos para participar do processo seletivo ou das atividades oferecidas durante os dois anos de contrato.