Eu acordo todo dia pensando que o marketing nunca foi tão instável, e, de alguma forma, nunca foi tão fascinante. Desde que a inteligência artificial passou de promessa a realidade palpável, percebo que cada nova tendência parece um convite para esquecer velhos hábitos. O futuro, mais do que nunca, é “Search Everywhere”: a busca está em todo lugar, a qualquer momento, em todas as telas. E cada vez mais, é a IA quem interpreta, conecta e responde.
Por que o “Search Everywhere” está mudando tudo?
Já notou que cada vez menos pessoas vão até aquela caixinha branca para digitar “capinha de celular azul royal barata em Fortaleza”? O jogo mudou. A busca tradicional por palavra-chave perdeu espaço. Hoje, a gente pergunta à IA direto, sem filtros, e recebe respostas que cruzam tudo: resenhas de clientes, vídeos espontâneos, bancos de dados internos, promoções de última hora.
O Google já não é mais o único portão para a descoberta de conteúdo: tudo virou campo de busca. Fóruns, apps de mensagem, comunidades variadas, marketplaces, até aquela live que alguém abriu e comentou seu produto favorito. No marketing digital, os dados do estudo Authority Hacker mostram que quase 76% dos profissionais já usam IA no dia a dia, inclusive várias vezes por semana. E nesse cenário, aparece um termo que tenho visto crescer muito: GEO, Generative Engine Optimization.
Não é mais só sobre aparecer nas buscas. Agora, é sobre ser citado como fonte confiável pelas máquinas.
A ascensão do GEO e o fim do antigo funil
GEO, ou Generative Engine Optimization, é uma ideia simples, mas poderosa. Em vez de focar apenas em palavras-chave, a marca passa a priorizar clareza, informação verificável e consistência em todos os canais. O segredo é: a IA precisa confiar em você para puxar seus dados e mostrar suas respostas aos usuários. Portanto, textos rasos, frases genéricas e informações desencontradas viram obstáculos.
Nesse novo contexto, o funil clássico do marketing perdeu força. A jornada de compra não segue mais uma linha reta: começa num grupo de Telegram, passa por um vídeo no TikTok, migra para uma consulta à IA, atravessa avaliações de usuários, chega ao marketplace, entra numa conversa privada e só então acontece a decisão final.
- Fóruns privados e grupos de mensagens alimentam descobertas rápidas.
- Vídeos curtos, stories e lives viralizam opiniões e ofertas.
- Inteligências artificiais cruzam dados de diversas fontes e personalizam sugestões.
- Reviews espontâneos influenciam mais do que anúncios institucionais.
- Recomendações nichadas definem tendências em comunidades fechadas.

Em plataformas como a Seeyu AI, já percebo como faz diferença entregar respostas sob medida, entender o contexto e agir com velocidade, não só para responder, mas para engajar e ampliar cada ponto de contato. Foi exatamente isso que observei no case do Beach Park: com milhares de atendimentos por mês, a automação de IA atendeu 33% das demandas e ainda se integrou aos sistemas internos do hotel, trazendo agilidade e experiência personalizada.
Zero-Party Data: escolha do consumidor em destaque
Outro ponto que me chama a atenção nas novas campanhas de marketing com IA para 2026 é a passagem definitiva dos dados de terceiros (third-party) para o Zero-Party Data. Agora, a regra é simples: o consumidor entrega informações porque quer, em troca de benefícios claros, e não mais porque alguém rastreou seus passos silenciosamente na internet.
O dado de confiança virou ativo central. Quem quer personalização, oferece espontaneamente preferências, interesses e até dores, esperando ser atendido com relevância e rapidez. A marca deixa de ser “voyeur” digital e passa a ser parceira transparente do consumidor.
- Clubes de benefícios pedem que o usuário informe manualmente suas preferências.
- Formulários interativos coletam opiniões e desejos.
- Funcionalidades customizadas estimulam o envio e atualização de dados pessoais.
Nas soluções Seeyu AI, vejo ainda como o Zero-Party Data pode ser integrado de ponta a ponta: a IA pode, por exemplo, identificar um desejo por determinado produto num comentário e já puxar do banco de SKUs o link mais adequado no e-commerce da marca. Tudo com incentivo explícito e respeito à privacidade.

Crescimento impulsionado por comunidades: o fator Community-Led Growth
Se você me perguntar o que mais chama atenção nos comportamentos digitais emergentes, eu respondo sem hesitar: o crescimento liderado por comunidades de nicho, o chamado Community-Led Growth. Apesar das grandes audiências continuarem relevantes, percebo que pequenas comunidades conseguem engajamento e influência nunca vistos.
São nessas bolhas hipersegmentadas que a reputação real acontece. Um elogio ou crítica sincera num grupo fechado pesa mais do que mil banners em portais gigantes. O estudo “Tendências de Marketing para 2026”, da NP Digital, já destaca que o engajamento em micro comunidades terá impacto direto no crescimento das marcas nos próximos anos.
Além disso:
- Discussões informais moldam tendências e criam laços mais duradouros.
- Eventos exclusivos online geram pertencimento e fidelização.
- Lideranças espontâneas dentro da comunidade viram referência e influenciam comportamentos de compra.

Olhando para plataformas como a Seeyu AI, vejo cada vez mais sentido em investir em gestão ativa dessas comunidades, seja para atendimento instantâneo, coleta de feedback, ou ativação de campanhas virais e personalizadas.
Conteúdo gerado pelo usuário: o novo selo de confiança
Dada essa fragmentação dos canais e a busca constante por conexões mais autênticas, só me resta dizer: o conteúdo gerado pelo próprio usuário (UGC) nunca teve tanto valor. Sejam relatos espontâneos, vídeos de unboxing, avaliações ou reviews sinceros, essa produção de terceiros serve como nova moeda de reputação.
Parece curioso, mas cada vez mais pessoas ignoram ou desconfiam das mensagens institucionais, preferindo investigar opiniões reais, experiências não roteirizadas, sinais de que marcas acertam (ou erram) onde realmente importa.
- Vídeos curtos espontâneos viralizam mais do que anúncios produzidos.
- Resenhas em marketplaces influenciam decisões rápidas.
- Relatos detalhados em fóruns validam ou desconstróem promessas.
Para as marcas, o desafio é estimular, valorizar e amplificar esse conteúdo, criando vias para engajamento transparente e contínuo. Nunca foi tão necessário unificar canais, escutar o cliente na origem e responder de modo personalizado, como faz a Seeyu.ai em seus projetos.
IA em ação: automação e personalização em escala
Os dados comprovam: segundo o Panorama 2026 da Amcham Brasil, a inteligência artificial já desponta como prioridade número um até 2026. Apesar de 77% das empresas ainda dedicarem pouco orçamento a esse tema, é inegável o potencial transformador das tecnologias de IA. E o mais fascinante é perceber que não basta automatizar, é obrigatório humanizar.
Vejo soluções como a Seeyu AI mostrando que a excelência está na combinação: automação inteligente, conexão direta com bancos de dados e sistemas, análise de sentimentos, criação de experiências únicas para cada cliente, baseado nas preferências entregues por ele (Zero-Party Data) e com respostas padronizadas, integradas e em múltiplos canais.
E não apenas nos grandes volumes, mas também personalizando cada interação e identificando oportunidades a partir de cada comentário, crítica ou elogio público. Sem isso, marcas parecem desconectadas, atrasadas, e perdem espaço para quem entende essa “economia da atenção” por dentro.
Redefinindo experiência: da escuta ativa ao engajamento inteligente
Se tem algo que me cativa nesse novo cenário, é a transferência de protagonismo: o consumidor é o motor de tudo. Cabe às marcas entenderem em tempo real o que as pessoas falam, sentem, desejam, não só reagindo, mas antecipando. A Seeyu AI, por exemplo, aposta pesado nessa escuta ativa, na análise de sentimentos e acompanhamento contínuo de padrões em fóruns e portais.
E não para por aí. Monitorar e comparar a performance com concorrentes, detectar crises instantaneamente, integrar agentes de IA treinados e agentes humanos, e sustentar toda a operação 24/7. Assim, cada ponto de contato pode ser transformado em oportunidade de fidelização e crescimento, exaltando o propósito de “relacionamento em escala”, mas sem perder o toque humano.
Para onde vão as marcas até 2026?
Tenho clareza: quem não acompanhar a transição para o “Search Everywhere” vai se perder na multidão digital. Entre 2024 e 2026, vencerá quem for ágil, confiável, transparente e capaz de criar comunidades e experiências personalizadas. Quem unir automação, dados ofertados pelo cliente, conteúdo de usuário e escuta ativa estará pronto não só para responder buscas, mas para liderar conversas e inspirar decisões.
- Comunidades digitais exigem cuidado e protagonismo.
- Zero-Party Data redefine confiança e personalização.
- A automação precisa sair do robótico e entrar no personalizado.
- UGC é mais do que tendência: é selo de garantia real.
Eu gosto de pensar que, no fim do dia, não vendemos produtos ou serviços: vendemos experiências, confiança e pertencimento. O resto é consequência direta dessas entregas.
Como aplicar as tendências na prática?
Se te chamou atenção essa nova era, recomendo começar pelo básico, personalização baseada em IA e integração dos canais de atendimento. Traga o cliente para o centro, trabalhe com transparência e conquiste cada grupo, cada comunidade, cada usuário.
Invista no marketing conversacional e realize testes com Zero-Party Data, além de impulsionar campanhas de engajamento que premiam e destacam conteúdos espontâneos de clientes. Afinal, a voz do público é, hoje, sua melhor propaganda.
E, claro, valorize o potencial das tecnologias de IA em todos os seus pontos de contato, do atendimento até a análise de dados. Conheça diferentes iniciativas e encontre a abordagem que combina mais com sua marca. O futuro está aberto a quem se antecipa. Para saber mais sobre oportunidades de IA em atendimento omnichannel, confira insights sobre novas possibilidades integradas de atendimento com IA e também sobre como criar marcas mais humanas a partir de dados integrados e inteligentes.
Conclusão
O marketing de 2026 vai ser pautado mais pela confiança, engajamento real e personalização do que nunca. Quem sabe extrair o melhor da IA, respeitar o tempo e desejo do cliente, e criar oportunidades para comunidades e conteúdo espontâneo, vai estar pronto para liderar no cenário do “Search Everywhere”. Este é o momento de reinventar estratégias e repensar o jeito de se relacionar, e a Seeyu AI está aqui para ajudar sua marca a se destacar nessa nova era.
Quer colocar sua empresa no centro desse movimento? Venha conhecer como a Seeyu AI pode transformar seus dados, conversas e comunidades em resultados concretos. Descubra, engaje e encante. O futuro do marketing já começou.
Perguntas frequentes
O que é Search Everywhere no marketing?
Search Everywhere é o conceito em que a busca por informações acontece simultaneamente em múltiplos canais e plataformas: IA, fóruns, marketplaces, aplicativos, comunidades e redes sociais. É o reconhecimento de que palavras-chave já não são o único caminho, pois a descoberta e decisão de compra agora passam por recomendações, interações em comunidades e conteúdos gerados por usuários.
Como a IA muda o marketing até 2026?
A inteligência artificial transforma o marketing ao automatizar atendimentos, analisar sentimentos, integrar dados em tempo real e entregar respostas personalizadas para cada cliente, como no case do Beach Park com a Seeyu AI. A tendência é que até 2026, a IA amplie sua influência na personalização, previsibilidade e construção de confiança. Quem integrar IA de verdade conseguirá acompanhar consumidores em jornadas complexas, não-lineares e cada vez mais fragmentadas.
Vale a pena investir em IA no marketing?
Sim, e os dados comprovam: ainda que 77% das empresas ainda invistam pouco, a inteligência artificial já é prioridade número um para a inovação e diferenciação competitiva, segundo a pesquisa Panorama 2026. Além disso, mais de 75% dos profissionais de marketing utilizam IA semanalmente em suas rotinas, principalmente em personalização, criação de conteúdos e automação de interações.
Quais são os benefícios da IA no marketing?
A IA oferece agilidade, personalização em escala, análises profundas de sentimento, integração de dados e automação sem perder o toque humano. Exemplos práticos são a resposta instantânea a dúvidas, a sugestão personalizada de produtos, o engajamento em comunidades, e o acompanhamento ativo das tendências em tempo real, como implementado pela Seeyu AI em diversos projetos e setores.
Onde aprender mais sobre IA e marketing?
Além de buscar fontes confiáveis, recomendo acompanhar iniciativas, cases e conteúdos da Seeyu AI, disponíveis em seeyu.ai, e as matérias sobre marcas humanas e IA ou campanhas de IA com melhores resultados. Também vale acompanhar pesquisas e estudos de referência como os disponíveis nos links deste artigo para se manter atualizado com as tendências do setor.